O desespero de uma suposta oposição ao governo da atual administração está originando várias notícias falsas as “Fakes News”.

 A licitação que supostamente teria sido “Sustada” pela suposta oposição nunca aconteceu, a mesma continua em pleno vigor e dentro dos ditames da legislação vigente.

A prefeita Alizandra Gomes a muito tempo atrás solicitou um reajuste nos preços apresentados por achar altos para o município.

Decisão tomada pela chefe do executivo sem nenhuma pressão ou até mesmo sem o conhecimento de suposta oposição, haja vista ter acontecido a muito tempo atrás e somente agora pessoas desinformadas e sem nenhum conhecimento está levando veículos de comunicação a publicar notícias falsas.

Para o desespero de tais “oposicionistas” a administração de Potengi hoje proporciona um governo sério e transparente, com uma gestora preocupada com seu povo.

Fatos estranhos vem acontecendo de maneira “sombria” por alguns veículos de comunicação, podemos citar os gastos astronômicos de quase um milhão de reais investidos pelo prefeito de Campos Sales Moesio Loiola com a última festa de emancipação política daquela cidade e pouco noticiada em alguns veículos da nossa região.

Conversamos com a gestora de Potengi e ela nos falou que:

“Tentam de todas as formas plantarem notícias falsas e denegrirem a administração, todos tem o direito de disputar qualquer eleição e a qualquer cargo eletivo, porém, de forma correta, limpa e honesta. 

Faço tudo dentro do possível para proporcionar dias melhores para nosso povo e jamais deixarei que pessoas que não querem o bem de Potengi possa destruir a nossa gestão.

O radicalismo e as mentiras caíram por terra e isso será dito nas urnas e não com mentiras”, os valores licitados foram readequados a meu pedido e jamais existiu nenhum carro locado para o meu gabinete e se caso fosse o valor é quase 50% menor do que o dito na matéria". Finalizou Alizandra.

Por: Jornalista Ferreira Junior - ANC.

O governador Camilo Santana (PT), em rápida mensagem que transmitiu em suas redes sociais, nesta terça-feira, anunciou que vai convocar a última turma de aprovados do concurso público para agentes penitenciários. Adiantou que, ao retornar, tratará do assunto numa reunião que manterá com o secretário da Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque.
O anúncio de Camilo ocorreu no aeroporto de Bilbao, na Espanha, antes de pegar conexão para Santiago de Compostela onde, nesta quarta-feira, terá reuniões com investidores. No grupo, da área de pesca.

Camilo quer conhecer também toda a logística adotada no Caminho de Santiago, que atrair turistas de todo o mundo.

Os dois eram acusados de corrupção passiva pelo recebimento de supostas “mesadas” da Odebrecht que totalizariam mais de R$ 1 milhãoO juiz Ali Mazloum, da 7ª Vara Federal Criminal em São Paulo, rejeitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e seu irmão, José Ferreira da Silva, o Frei Chico.

Os dois eram acusados de corrupção passiva pelo recebimento de supostas “mesadas” da Odebrecht que totalizariam mais de R$ 1 milhão. Na avaliação do magistrado a denúncia não possuía todos os elementos legais exigidos para a configuração do delito, “não havendo pressuposto processual e nem justa causa para a abertura da ação penal”.

A decisão também se estende para outros três executivos da Odebrecht que eram acusados de corrupção ativa. As informações foram divulgadas pela Justiça Federal de São Paulo.A denúncia do MPF indicava que, entre 1992 e 1993, Lula teria sugerido que a Odebrecht contratasse seu irmão, sindicalista com carreira no setor petrolífero, para intermediar um diálogo entre a construtora e trabalhadores.

Ainda segundo a procuradoria, ao final do contrato, em 2002, época em que Lula assumiu a presidência, Frei Chico teria continuado a receber uma “mesada” para manter uma relação favorável aos interesses da companhia.De acordo com a acusação, entre 2003 e 2015, Frei Chico teria recebido mais de R$ 1 milhão de reais em “mesadas” que variaram de R$ 3 mil a R$ 5 mil. O MPF alegava que os valores seriam parte de “um pacote de vantagens indevidas” oferecidas a Lula, em troca de benefícios diversos obtidos pela Odebrecht junto ao governo federal.Para a Procuradoria, Lula sabia da “mesada” de Frei Chico, uma vez que os valores partiriam do setor de propinas da Odebrecht.

Em sua decisão, o juiz federal Ali Mazloum ressaltou que, para caracterização de corrupção, passiva ou ativa, é essencial que haja o dolo do agente público, que deve ter “ciência inequívoca da ocorrência de comércio de sua função pública”.O magistrado avaliou que não há provas de que Lula sabia dos pagamentos a Frei Chico sem a contrapartida de serviços, nem indícios de que tais pagamentos se davam em razão de sua função.

“Nada, absolutamente nada existe nos autos no sentido de que Lula, a partir de outubro de 2002 pós-eleição foi consultado, pediu, acenou, insinuou, ou de qualquer forma anuiu ou teve ciência dos subsequentes pagamentos feitos a seu irmão em forma de ‘mesada’ – a denúncia não descreve nem mesmo alguma conduta humana praticada pelo agente público passível de subsunção ao tipo penal”, aponta o magistrado.

O juiz anotou ainda que “a denúncia não pode ser o fruto da vontade arbitrária da acusação, baseada em suposições ou meras possibilidades”. “A imputação deve ter lastro probatório sério e verossímil”, indicou.

Fonte: Notícias ao Minuto


O ex-vice-presidente da Odebrecht, Henrique Valladares, foi encontrado morto nesta terça-feira (17) em sua residência no Rio de Janeiro. Em delação premiada, Valladares acusou o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), o PSDB, o ex-ministro Edison Lobão, o jornalista Diego Mainardi, do O Antagonista, e o empresário Alexandre Accioly, dono das academias BodyTech, de terem recebido propina da empreiteira.

As informações são do colunista Lauro Jardim, do O Globo. As causas da morte não foram divulgadas. Valladares ocupou por vários anos a vice-presidência da empreiteira e era tido como um dos principais delatores da Lava Jato. 

Em delação premiada realizada em 2017, Valladares afirmou que, pessoalmente, pagou cerca de R$ 50 milhões ao deputado federal Aécio Neves, disse que distribui dinheiro a representantes da CUT de Porto Velho e a lideranças indígenas e ainda apontou envolvimento de Diego Mainardi e de Accioly em esquema de Aécio.

A divulgação da denúncia por parte da Fórum gerou, inclusive, um processo por parte do jornalista do Antagonista, que pedia R$ 100 mil pela reprodução do conteúdo da delação. Ele também produziu um vídeo com ataques ao veículo.

Com informações: Revista Fórum


Começou a tramitar nesta terça-feira, 17 de setembro, o Projeto de Lei N° 502/19, de autoria do deputado Marcos Sobreira, que Cria a Semana Lixo Zero nas Escolas Públicas do Estado do Ceará.

De acordo com o parlamentar, o objetivo da criação da Semana Lixo Zero é discutir as boas práticas de gestão de resíduos nas escolas públicas do Estado. “Vamos sensibilizar a comunidade escolar para a temática da educação ambiental, através dos conceitos de sustentabilidade, de redução de desperdícios e da preservação do meio ambiente, transmitindo informações a respeito de reciclagem, separação do lixo, sistema de compostagem e destino final”, destacou.

Com a aprovação do projeto, a “Semana Lixo Zero” passaria a integrar o Calendário Oficial de Eventos do Estado do Ceará e seria realizada anualmente na Semana do Meio Ambiente. O Estado e os alunos poderão articular diversas ações para alcançar métodos e tecnologias que tenham como objetivo coletar e destinar de forma ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável, 100% dos resíduos produzidos pela escola.

A iniciativa ainda ressalta a importância de cada escola fazer o diagnóstico da quantidade de resíduos produzidos. Com a sensibilização dos alunos, a expectativa é a redução da geração de lixo, a reutilização, a reciclagem, a redução do volume de resíduos coletados e a redução do volume dos rejeitos destinados aos aterros sanitários.


Preço da gasolina em Fortaleza começou a subir depois que uma petrolífera foi atacada na Arábia Saudita.

O aumento do preço do barril de petróleo no mercado internacional, em razão dos ataques às principais refinarias de petróleo da Arábia Saudita no último sábado, 14, já começou a refletir nos postos de combustíveis de Fortaleza. Três dias após o ocorrido, o valor do litro da gasolina comum, que custava em média R$ 4,57, já chega a R$ 4,69 em alguns estabelecimentos, conforme pesquisa feita pelo O POVO na tarde desta terça-feira, 17. 

A alta acontece apesar de a Petrobras anunciar que não irá repassar o reajuste do mercado internacional neste primeiro momento, o que mostra a antecipação dos donos de postos de combustíveis. A tendência é que a gasolina fique ainda mais cara nos próximos dias. 

O consultor na área de Petróleo, Gás e Energia, Bruno Iughetti, diz que os ataques geraram um impacto significativo no mundo todo, pois os árabes cortaram em 50% sua produção. O mercado da Arábia Saudita é responsável por 6% do consumo mundial de petróleo. O barril teve aumento acumulado de 35% desde os ataques. Iughetti acredita que a Petrobras deve manter o preço por, no máximo, uma semana. O reajuste, projeta, deve ser de 10% para as distribuidoras e de 6% a 8% para os postos de combustíveis. 

"Esperamos que esses efeitos internacionais façam-se notar no Brasil em reflexo da política de preços da Petrobras, que leva em conta o preço do petróleo cru no mercado internacional e a variação cambial. A estatal não conseguirá estocar o aumento por muito tempo para que o valor não fique represado e quando o reajuste tiver que ser repassado não seja extremamente elevado", analisa.

Sobre os aumentos de preços já observados no mercado local, Iughetti diz que "não existe uma lógica que seja atribuída ao petróleo da Arábia Saudita". "Não há conotação de uma coisa com outra", mas entende que os empresários estão antecipando um aumento, pois os preços do mercado internacional ainda não foram absorvidos pela Petrobras. Não tem nada a ver uma coisa com a outra". 

Até o fim da última semana, o preço médio cobrado pelo litro da gasolina nos postos de combustíveis era de R$ 4,57. Agora, já é possível encontrar por R$ 4,66, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em entrevista ao programa a Rádio O POVO CBN, o assessor econômico do Sindicato das empresas revendedoras (Sindipostos), Antônio José Costa, disse que o aumento de preços se deve aos impactos já sentidos pelos ataques aéreos contra petrolíferas na Arábia Saudita. 

O representante do Sindipostos afirma que as variações são comuns no sobe e desce do mercado internacional. "Vivemos em um mercado livre, onde cada distribuidor e revendedor faz o seu preço. Com relação a esse fato novo, dos ataques no Oriente Médio, ainda não se refletiu aqui e, por sinal, a Petrobras ainda não repassou nenhum preço referente às mudanças no mercado internacional. Portanto, os ataques ainda não refletiram em Fortaleza", acrescenta.
Ele ainda diz que os preços podem começar a variar em pouco tempo, mas não é possível cravar se em dois dias ou uma semana, por exemplo. Certo é que nos postos de combustíveis da Cidade já é possível ver preços díspares. Alguns ainda comercializando o combustível por R$ 4,57 - na avenida Aguanambi, próximo ao O POVO, a média da semana passada, e outros por R$ 4,69 - na mesma avenida, próximo ao Hospital Antônio Prudente.

O POVO conversou com um gerente de um posto de combustível de bandeira BR, que confirmou que a distribuidora ainda não repassou o aumento. A alternativa do gerente para a eminente alta foi realizar uma promoção do combustível. Vendia a R$ 4,54 o litro. "Vamos manter o mesmo preço até vir o aumento concreto por parte da companhia. Fizemos a promoção até para não perdermos o nosso cliente".

O gerente ainda confirma que um novo estoque deve chegar em um ou dois dias e será avaliado se o preço deve aumentar. Há chances que sim: o novo valor cobrado deve variar entre R$ 4,65 e R$ 4,67. 

Colaboraram Jullie Vieira e Vitor Magalhães.


O benefício garante condições mínimas de sobrevivência a agricultores de municípios sujeitos à perda de safra por razão de estiagem ou enchente. 

A portaria 4.315, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (17) pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SPA/Mapa), autorizou o pagamento de benefícios do programa Garantia-Safra que somam R$ 25.274.275. *Os recursos serão pagos a partir de setembro para agricultores familiares do Norte de Minas Gerais e do Nordeste.*

Ao todo, 32 municípios terão o pagamento disponibilizados para seus agricultores: quatro na Bahia (Lajedinho, Licínio de Almeida, Mansidão, Mucugê), nove no Ceará (Acopiara, Altaneira, Araripe, Assaré, Boa Viagem, *Campos Sales*, Cariré, Catarina, Cratéus), um no Maranhão (Santa Rita), quatro em Minas Gerais (Angelândia, Jequitaí, Lagoa dos Patos, São João da Ponte), sete no Paraíba (Assunção, Mãe D´Água, Ouro Velho, Sousa, Sumé, Taperoá, Vieirópolis), seis em Pernambuco (Araripina, Santa Filomena, Trindade, Orobó, Saloá, Surubim) e um no Rio Grande do Norte (São Rafael).

No acumulado da safra 2017/2018, já foram beneficiados 493.638 produtores em 531 municípios, totalizando, aproximadamente, R$ 419,6 milhões em benefícios disponibilizados.

O Garantia-Safra tem como objetivo garantir condições mínimas de sobrevivência a agricultores familiares de municípios sistematicamente sujeitos à perda de safra, por razão de estiagem ou enchente. Têm direito a receber o benefício os agricultores com renda mensal de até um salário mínimo e meio, quando tiverem perdas de produção em seus municípios igual ou superior a 50%.

O Garantia-Safra prevê o repasse de R$ 850,00 divididos em cinco parcelas de R$ 170,00 que são depositadas diretamente no cartão do Bolsa Família.

Fonte: Ministério da Agricultura.


Senado (Foto: Reprodução). 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta terça-feira (17), um projeto que viabiliza recursos para as campanhas eleitorais municipais em 2020. Após um acordo para a retirada de pontos polêmicos da proposta encaminhada pela Câmara, a votação no colegiado foi rápida e durou cerca de 30 minutos. O texto deverá ser votado no plenário principal do Senado ainda nesta terça-feira.

A proposta ajusta redação da legislação eleitoral no ponto que trata do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas, criado em 2017, com recursos de emendas parlamentares de bancadas estaduais. O valor do fundo será definido na lei orçamentária de 2020, que será votada no fim deste ano. O texto aprovado na CCJ retira o percentual mínimo de 30% de emendas previsto atualmente em lei.

De acordo com a redação do projeto, o fundo será constituído por dotações orçamentárias da União em ano eleitoral, em valor “ao menos equivalente ao percentual do montante total dos recursos da reserva específica a programações decorrentes de emendas de bancada estadual impositiva, que será encaminhado no projeto de lei orçamentária anual”.
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