Mortes violentas caem 56,6% no Ceará, mas estado ainda registra seis assassinatos por dia

O número de mortes violentas registradas no em Fortaleza nos três primeiros meses do ano foi o menor desde 2009, quando os Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs) começaram a ser computados de forma centralizada pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado (SSPDS). Foram 169 casos no primeiro trimestre. No mesmo período de 10 anos atrás, foram 242 assassinatos. Os dados foram apresentados na manhã desta quarta-feira (10).
Na comparação com o acumulado dos três primeiros meses de 2018, a Capital teve uma redução corresponde a 59,6%. no ano passado, foram 418 registros de crimes como homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de mortes.

Seis pessoas são assassinadas por dia no Ceará

No Ceará, o primeiro trimestre deste ano teve 545 CVLIs, uma redução de 56,6% em se comparação com os mesmos meses do ano passado, quando houve 1.257 mortes violentas.Apesar da diminuição, o número representa uma média de 6 assassinatos por dia no Estado em 2019.
Já a Região Metropolitana teve uma redução de 60,1% no acumulado de janeiro a março de 2019, passando de 368 para 147. O Interior Norte,o número reduzi de 247 para 117, correspondendo à queda de 52,6% comparando-se os primeiros trimestres de 2018 e 2019, respectivamente.
Já o Interior Sul teve uma diminuição de 224 crimes do tipo para 112, uma diferança de 50% entre um ano e outro. 
Mortes violentas em março
Semente no mês de março, o Ceará registrou 189 mortes em 2019. No mesmo período em 2018, foram 414 registros, o que correspondendo a uma queda de 54,3%. Das quatro regiões, o Interior Sul foi o território com maior diminuiçãono mês, passando de 78 crimes para 26, uma redução de 66,7%. 
Em seguida, o Interior Norte, apresentou um resultado 56% menos, caindo de 91 CVLIs em 2018 para 40 neste ano. Na Grande Fortaleza, a diminuição, no mês de março foi de 47,3%, baixando de 112 casos para 59, no período. Em Fortaleza, a queda na comparação mensal foi de 51,9%, passando de 133 para 64 casos.

Fonte: Diário do Nordeste
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