Lava jato terá mais um ano para promover desemprego e fake news para a mídia

O show não pode parar, segundo a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que prorrogou por um ano, a partir de 9 de setembro, a força-tarefa lava jato em Curitiba.

Além da pirotecnia, que alimenta gratuitamente a velha mídia, que nada precisa produzir, a lava jato também terá mais um ano para gerar mais desempregos e disseminar mais fake news.

Qual a maior notícia falsa promovida pela força-tarefa do juiz Sérgio Moro? Ora, a prisão política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O petista foi condenado a 12 anos e um mês de cadeira, no caso tríplex, mesmo não existindo uma única prova contra ele.
Lula, líder absoluto nas pesquisas de opinião, está preso há 139 dias na Polícia Federal de Curitiba.

Sobre a prorrogação da lava jato

A prorrogação, divulgada nesta quarta-feira (22) no Diário Oficial da União, ainda precisa ser referendada pelo Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF).

Com a medida, a atual estrutura de 14 procuradores será mantida pelo menos por mais um ano no braço da procuradoria em Curitiba. A força-tarefa foi criada em 2014 pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na época, seis procuradores passaram a investigar os fatos iniciais apurados pela Lava Jato.

De acordo com a Procuradoria-Geral da República, até julho deste ano, foram abertos 1,7 mil procedimentos de investigação e realizadas 844 buscas e apreensões, 210 conduções coercitivas e 104 prisões temporárias. Até o momento, 157 investigados foram condenados. As penas somam 1.563 anos de prisão. Por meio de acordos de delação premiada, foram recuperados R$ 10,3 bilhões desviados dos cofres públicos.

No início deste mês, o CSMPF decidiu ampliar a proposta inicial de orçamento do ano que vem para a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, de R$ 522,6 mil para R$ 1,65 milhão. Os recursos são destinados sobretudo ao custeio de gastos com diárias e passagens de procuradores e servidores.

Para chegar a esse valor, foram retirados recursos de outras áreas do Ministério Público Federal (MPF), sendo reduzidos o orçamento para concursos e o reajuste dos valores de diárias.

Com informações da Agência Brasil
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