“Muitas vezes o trabalho
acontece de forma fragmentada, o município fazendo a parte dele na Atenção
Primária e o Estado na Atenção Especializada. E no final das contas o paciente
precisa de atenção integral. Então, se o paciente for encaminhado para um serviço
de atenção básica e precisar migrar para um serviço de atenção terciária, esse
fluxo tem que ser contínuo e ininterrupto. Esse processo só acontece se nós,
Estado, Município e União trabalharmos juntos, planejarmos juntos, para termos
objetivos comuns e a partir daí oferta dentro daquilo que a gente definiu”,
destaca o secretário-executivo.
Planejamento
Durante a oficina, os
participantes discutiram o cenário assistencial e as RAS relacionando qualidade
e resolutividade dos serviços de saúde, como consultas especializadas, exames
de apoio ao diagnóstico, cirurgias eletivas, terapias especializadas, internações
das unidades de urgência, entre outros serviços de saúde.
Para o secretário de
saúde do município de Várzea Alegre, Ivo Leal, o encontro é uma oportunidade
para planejar baseado-se na realidade dos municípios. “O sistema é muito
importante, mas ele precisa ser desenhado baseado nas necessidades e não em
expectativas. Com essa aproximação temos como encontrar oportunidades de
melhoria”, salienta.
“Essa nova proposta está
fazendo com que a gente analise o problema com um olhar na macrorregião. Além de
colocar a atenção básica, a secundária e alta complexidade para dialogar. O
serviço para a população deve acontecer de forma mais eficiente”, ressalta
Georgia Xavier, coordenadora de Cres de Juazeiro do Norte.
Próximo encontro
A terceira etapa acontecerá
também em Juazeiro do Norte, nos dias 5 e 6 de dezembro, tendo em vista a
elaboração de um Plano de Ação para a Região do Cariri, considerando as ações
assistenciais e a solução de problemas identificados durante o Planejamento
Regional em Saúde.
Assessoria de
Imprensa/Governo do Estado













0 Comentários