Semana passada, durante evento voltado para empresários e executivos organizado pela revista Exame, o empresário Abílio Diniz, controlador do Grupo Pão de Açucar e um dos mais respeitados empresários do país, falou sobre a crise que assola o Brasil.
Falando o que parecia ser o óbvio, Abílio Diniz disse que esta está longe de ser a crise econômica que a imprensa e a oposição dizem que é. É muito, mas muito menor. A rigor, é um ciclo normal de retração depois de anos de expansão.
Fundamentalmente, é uma crise política, para a qual ambos, imprensa e oposição, contribuem sinistramente. A crise política nasce da criminosa tentativa de cassar os 54 milhões de votos de Dilma sob os mais ridículos pretextos. Inventam a cada dia novos argumentos, patéticos sempre, para atacar a democracia, as urnas, os votos que os brasileiros deram há tão pouco tempo.
O mundo vive uma crise econômica que, finalmente, chegou ao Brasil. É este o ponto. Nem a China, que vinha crescendo a 14% ao ano, conseguiu escapar.
Diniz falou em crises piores. Ora, nem há 30 anos o Brasil enfrentava uma inflação de 80% ao mês, sob o comando econômico de um dos arautos do caos, Mailson da Nóbrega. Por haver falado uma verdade inconveniente para a versão que mídia e oposição tentam propagar aos ingênuos, Abílio Diniz foi virtualmente ignorado.
Durante sua fala, Diniz fez questão de enfatizar que, na China, a palavra crise significa desafio e oportunidade. No Brasil destes tempos, a oportunidade de que falam os chineses é para sabotar a democracia, ludibriar as pessoas e desinformar.
(com informações do Diário do Centro do Mundo)













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