Economistas, militares e condenado: o grupo de transição de Bolsonaro


Nesta segunda-feira 5, foi anunciada oficialmente a lista de 28 nomes que vão compor, no primeiro momento, o gabinete de transição da gestão do presidente Michel Temer (MDB) para o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). A lista inclui quatro dos cinco ministros já anunciados. O futuro chefe da Casa Civil, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), assumiu o posto de ministro extraordinário da transição.

Além dele, passam a trabalhar desde já outros três futuros integrantes da Esplanada: general Augusto Heleno (Defesa), Paulo Guedes (Economia) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia). Indicado para a pasta de Justiça e Segurança Pública, o juiz federal Sergio Moro não faz parte da lista. Ele tirou férias para se juntar ao grupo em Brasília, mas só vai se exonerar da magistratura em dezembro.

Na lista, publicada em edição extra do Diário Oficial de União, estão economistas que comporão a equipe de Guedes, assessores militares ligados a Augusto Heleno e alguns políticos, como o ex-presidente do PSL Gustavo Bebianno, advogado ligado a Bolsonaro e cotado para assumir uma pasta.

Outro integrante do partido, o deputado federal eleito Julian Lemos (PSL-PB), é alvo de controvérsias, uma vez que foi condenado por estelionato em 2011 em virtude de um contrato assinado com o governo da Paraíba, como informa o Radar. Até o momento, nenhuma mulher foi indicada.

Fonte: Veja.com
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