» » Retomadas as obras do cinturão das águas no Cariri

Para os próximos dias, o número de trabalhadores do Cinturão das Águas do Ceará (CAC) irá crescer. Atualmente retornaram 50 pessoas em 34 equipamentos para as obras do Lote 3, Trecho 1, que vai do município de Jatí ao Rio Cariús, passando pelo Crato. Segundo a Superintendência de Obras Hídricas (Sohidra), que coordena a obra, 19% do Lote foi o concluído, porque esteve parada no último ano. 

Até semana passada trabalhadores se concentraram no Sine/IDT de Barbalha a fim de conseguir uma das 177 vagas para trabalhar no Cinturão das Águas. Motorista de caminhão, operador de escavadeira, operador de motoniveladora, operador de rolocompactador e tratorista foram as funções solicitadas e serão contratados nos próximos dias.

Este trecho do Lote 3 tem início em Barbalha e vai até o Crato, no sítio Santa Rosa, com 35 km de extensão. A retomada foi um pedido do governador Camilo Santana e, segundo Antônio Madeiro, diretor da Sohidra, a volta ao trabalho é uma maneira de preservar a obra contra possíveis erosões e chuvas. No momento os trabalhos encontram-se concentrados nos canais 18 e 19, “aí quando tudo tiver avançado, vamos para o restante até o Crato”, explica.

Garantia de água para a RMF
O chamado “Eixo emergencial” irá garantir que as águas da transposição do Rio São Francisco cheguem a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). O eixo possui 53 km de extensão, nos Lotes 1 ao 5, e já está feito. As águas chegarão diretamente da barragem de Jati por um sistema de túneis, sifões e canais e de lá será distribuída para todo o Ceará abastecendo o Rio Salgado e o Açude Castanhão por meio do Rio Jagauaribe. A previsão é que tudo seja concluído até dezembro desse ano. No entanto o Lote 2 só tem previsão para entrega em abril de 2019.

“O eixo emergencial está ótimo. Até novembro, mais tardar início de dezembro, ele estará completamente pronto” diz Antônio Madeiro que acrescenta que a vazão das águas da Transposição é da ordem de 12 m³/s, o suficiente para suprir a RMF se a oferta de distribuição não for interrompida.

Dinheiro não é problema. Segundo o diretor da Sohidra, os recursos direcionados para a conclusão do eixo emergencial é suficiente. “Não temos problemas com recursos. A União está mandando mais dinheiro e ainda tem um valor razoável. O Governo do Estado está tentando garantir mais 90 milhões.”  

Com informações do Diário do Nordeste via paporetocariri
foto:Antônio Rodrigues/DN

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