» » Senado pode definir hoje destino de Aécio. Ausências complicam situação do tucano



O Senado pode definir, nesta terça-feira, o destino do senador Aécio Neves (PSDB), mas a ausência de muitos parlamentares complica a situação do tucano. Dos 81 senadores, pelo menos, 11 não irão comparecer ao Plenário do Senado e, com isso, aliados discutem a possibilidade de adiar, mais uma vez, a sessão no plenário que irá selar o destino de Aécio após a determinação do STF (Supremo Tribunal Federal) de suspendê-lo do mandato e impedí-lo de deixar sua casa à noite. Uma decisão do STF, adotada na semana passada, deu aval para o Senado votar se mantém ou revoga a medida.Questões de saúde e missões oficiais tiraram, nos últimos dias, vários senadores de Brasília. Dos 80 senadores em exercício do mandato, pelo menos 11 não chegarão a Brasília a tempo da sessão prevista para o fim da tarde desta terça. A ausência é sentida pelo próprio senador mineiro. Um dos ausentes é o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Caiado, por meio da assessoria, afirmou que faltará por ter sofrido um acidente de mula.Outro que não poderá comparecer é o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Romero está afastado das atividades parlamentares após passar por uma cirurgia, no último de semana, em São Paulo, para tratar uma diverticulite. A lista de ausências tem, ainda, Jorge Viana (PT-AC), Gladson Cameli (PP-AC), Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Armando Monteiro (PTB-PE), Cristóvam Buarque (PPS-DF), Sérgio Petecão (PSD-AC), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Roberto Muniz (PP-BA). Eles estão em viagem à Rússia ou aos Emirados Árabes e m missão oficial.Um levantamento entre os líderes de partidos mostra que, ao menos 30 senadores, estariam dispostos a votar contra Aécio, ou seja, pela manutenção das cautelares impostas pelo STF. Para recuperar o mandato, o tucano precisa de ao menos 41 votos dos 81 senadores para reverter a decisão do Supremo. Por isso, as ausências contam de forma desfavorável ao tucano.Apesar do cenário apertado, aliados de Aécio tentam manter a sessão. A análise é de que a cada dia que passa, a situação dele piora. De acordo com parlamentares ouvidos pela Folha, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), trabalhava com a hipótese de não adiar a votação.Diante das dificuldades, começou-se a discutir uma nova hipótese para a análise do caso de Aécio: de que tanto para manutenção das medidas quanto para sua reversão são necessários 41 votos. A leitura tem como base um dispositivo da Constituição que fala que é preciso ter maioria dos votos para “resolver” a prisão. Ou seja, tanto por sua manutenção quanto para sua reversão. Se essa interpretação for adotada, a votação pode ser repetida se nenhuma das posições atingir 41 votos.

Ceará Agora.

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